O FANZINE VIRTUAL DO HIP HOP DE PORTO ALEGRE


12/10/2009


" MUSICA NOVA NO MY SPACE

 

www.myspace.com/amarelo470

Escrito por virtualhiphopzine às 15h44
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30/04/2009




Sábado, 25 de Abril de 2009

INDICADOS POR CATEGORIA

*PROJETO SOCIAL:
- ODOMODÊ (AFRO SUL- POA)
- PROJETO ORI INU ERÊ (SÃO JOSÉ-POA)
- ASSOCIAÇÃO CLARA NUNES (MORRO DA POLÍCIA-POA)
*VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO:
- HIP HOP SUL- RS
- PROJETO RAP PORTO ALEGRE- RS
- PROGRAMA MIX TAPE- RS
- ALVO ASSOCIAÇÃO CULTURAL (RUBEN BERTA-POA)
- 457 FM ( RÁDIO VIRTUAL) - RS
*LOGO MARCA INDEPENDENTE:
- PERIFA HIP HOP WEAR
- PONTO FAVELA
- NEUROZE
- SÍTIO 12
- PICADILHA
* PRODUTOR MUSICAL:
- MONSTRO M.BEATS
- DJ MARTINS
- SONIC – OUTRO NÍVEL
- DJ LJAY-PRIMEIRO DEGRAU
- DIVOX
- TAND
*DJ DE GRUPO
- DJ ANDERSON
- DJ ONLY JAY
- EDINHO DEKEBRADA
- DJ MADRUGA
- DJ DEELAY
- DJ TANDY
* ARTISTA GOSPEL:
- KACIQUE EFIKAZ- SC
- PROMESSIAS- RS
- DU 25 D – RS
- CONCIÊNCIA DIVINA/PR
*DESTAQUE DO BREAK:
- RESTINGA CREW
- 180º
- FOOT WORK MACHINE
*DESTAQUE DO GRAFFITI:
- SMURF HAULI - PAX e EBC /CAXIAS -RS
- GUILHERME NERD – CAXIAS/RS
- BRASILIANO –SM/RS
- NSKCREW -RS
- ART DO RISCO CREW- RS
*MELHOR EP INTERIOR DO RS
-DIEGO C / SANTA CRUZ DO SUL
-F.D.R. / SANTA CRUZ DO SUL
-URS FUNDAO / PASSO FUNDO
-FORTES MENTES / SANTA MARIA
*MELHOR EP POA/GRANDE POA
- XAROPE E CHALINGO/ POA
- DUS CORRE/ POA
- B.GUERREIROS/ ELDORADO
- T.R.O.P.A/ POA
- EPISÓDIO 1/ POA
- BIG/ POA
- BFN/ POA
-PROFFETA/ALVORADA
* MELHOR ÁLBUM SANTA CATARINA
- CDC
- ARMA-ZEN
- ELEMENTO SUSPEITO
- NEGROCIAÇÃO
* MELHOR ÁLBUM PARANÁ:
- RAPZODO
- FAMILIA PONTA RAP
- ULTRA FACE
- CABES
* MELHOR ÁLBUM RIO GRANDE DO SUL
- JL/ CAXIAS
- SANDRÃO- CN BOYS/ POA
- NEGO PREGO/ POA
- RP3/ CANOAS
-FAMILIA SEGUIDORES/ POA

Escrito por virtualhiphopzine às 23h27
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Escrito por virtualhiphopzine às 23h26
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19/12/2008


ENTREVISTA COM O RAPPER "MV BILL"

MV Bill leva arte para a periferia e luta contra a crise da indústria musical

O músico MV Bill se apresenta nesta quarta-feira no Yankee American Bar


Entrevista - Angela Antunes

Em meio à crise da indústria fonográfica, que procura novos meios de arrecadar fundos com base na arte da música, MV Bill tem outro desafio: dialogar com pessoas de baixa renda e ter dinheiro para levar em frente estes trabalhos, hoje pagos pelo rapper.

Segundo o músico, que toca em Curitiba nesta quarta-feira (10) no Yankee American Bar, a culpa pela crise fonográfica é não só das próprias gravadoras, mas também dos artistas. “As gravadoras têm o olho grande de querer ganhar muito dinheiro. Já a culpa dos artistas é pela apatia. Eles se tornaram ‘maria-vai-com-as-outras’, um bando de ‘vaca de presépio’ só porque a gravadora dava um carro, uma cobertura, e colocava a música na rádio”, disse o músico.

Por outro lado, MV Bill acredita que a Internet garantiu uma democratização da arte musical. “A música na rádio não significa muita vendagem. Esta disputa acabou tornando a competição mais leal para os que não têm apadrinhamento midiático como eu e outros”, completou.

O show desta quarta-feira vai contar não só com o hip hop e rap, mas também com um flerte de MV Bill com o rock – tema do DVD Despacho Urbano, que será lançado ainda este ano. “Eu propus um encontro inusitado entre o rap e uma banda de rock chamada Ralé. Eles são meus vizinhos na Cidade de Deus”, explicou o músico.

Segundo ele, este DVD representa o racismo das gravadoras com relação aos ritmos musicais. “O ‘preto’ tem que ser duas vezes melhor, não basta ser bom. A indústria, infelizmente, é muito racista”, disse MV Bill, que demorou um ano para conseguir lançar o trabalho por problemas financeiros. “Foi uma condição. Ao mesmo tempo em que temos liberdade ao fazer um trabalho independente, perdemos mobilidade por conta do lado financeiro.”

Sobre sua vida, que deve ser biografada ao lado do parceiro Celso Athayde em um livro e filme, MV Bill diz que o sentimento é de inquietação e indignação. “Temos a capacidade de se indignar e se mobilizar para tentar modificar a vida que estávamos tendo. É a briga para nos transformarmos em uma exceção dentro de uma regra que nunca nos favoreceu”, explicou.

MV Bill contou ainda a respeito de outros projetos como o seu primeiro papel de ator no cinema, a tentativa de se aventurar pela literatura, além de adiantar detalhes sobre seu próximo CD, que sai em 2009. Confira a íntegra da entrevista:

Você está em fase de pré-lançamento do DVD ‘Despacho Urbano’. Qual é o objetivo deste trabalho?
O objetivo foi quebrar as algemas que as gravadoras, principalmente as grandes, colocam em determinados artistas. Especialmente os que têm segmentos, que é o caso do hip hop. É uma coisa muito específica. Para mim, é uma forma de me desprender da gravadora e reunir toda a minha videografia. Muitos videoclipes não tiveram uma exibição de expressão por causa da falta de coragem das emissoras. Além dessa reunião, eu propus um encontro inusitado entre o rap que eu faço e uma banda de rock, que são meus vizinhos aqui da Cidade de Deus. Eles se chamam Ralé. Fizemos um set misturando o rap com rock. Vamos lançar esse DVD agora no fim do ano.

Você acredita que esta questão do rock ser “dominado” por brancos e o hip hop “dominado” por negros é uma imposição das gravadoras?

Acho que foi uma coisa da indústria. A indústria, infelizmente, é muito racista. Foi necessário aparecer o Elvis Presley para darem moral para este tipo de som que outros já faziam. A história diz que quando um preto pega em uma guitarra, como Jimi Hendrix e B.B. King, “arrebetam demais”. Só que eles não têm os mesmos espaços. O preto tem que ser duas vezes melhor, não basta ser bom. Isso fez com que os pretos fossem banidos do rock ‘n’ roll, e seguiram para o blues e jazz. O hip hop feito por renegados e marginalizados caiu como uma luva para a luta contra a marginalização e exclusão dos pretos.


O trabalho foi gravado há um ano. Por que você optou por este processo antes de finalmente

lançar o DVD?

Na verdade não foi uma opção, e sim uma condição. Ao mesmo tempo em que temos liberdade ao fazer um trabalho independente, nós perdemos um pouco de mobilidade por conta do lado financeiro. A grana depende de outros shows, de outras apresentações. Aos pouquinhos, nós vamos conseguindo.


Você acha que o papel de músico faz com que você tenha a obrigação de oferecer algo para a comunidade ao seu redor, ou se trata apenas de uma opção?

Eu não coloco isso como regra. Eu vejo como uma coisa bastante minha, bem particular. Preciso fazer isso para que minha obra seja completa. Preciso ter a minha música, a parte da literatura, que é muito legal. É um audiovisual através de um documentário de filmes. Já estamos começando a pensar nisso, a roteirizar algumas histórias. Tenho os meus afazeres com relação à área social. Estar envolvido neste emaranhado de coisas forma a minha luta.


Você falou que o trabalho independente faz com que haja maior dificuldade em lançar os projetos. No entanto, o seu nome já tem certa notoriedade, que faz com que as porta se abram com mais facilidade. Você acha que sem esse nome você conseguiria fazer o que faz, e conquistar o apoio que você conquistou?

Quando você tem nome e prestígio, algumas coisas se tornam menos difíceis. Mas vale a pena lembrar que o prestígio e a respeitabilidade também são conquistas. Posso estar aparecendo agora em alguns lugares, mas é uma luta que vem desde os anos 90. Isso mostra mais ou menos o tamanho da luta, pois duas décadas depois eu consegui entrar um pouco mais.


Você teve um breve encontro com o presidente Lula nesta semana. Qual a sua opinião sobre o seu governo?

Ainda é um governo cheio de decepções. Por se tratar de um governo esquerdista, a gente não imaginava que tivesse tanta corrupção, tantos erros, tantos desencontros. Mas existe outro lado que acaba sendo um contraponto que são os paradigmas que estão sendo quebrados. Por exemplo, o crescimento da classe C e D, a divisão de renda e projetos sociais que conseguiram sair do assistencialismo, que conseguiram atender de forma melhor. Um governo que dialoga mais com as cidades, que tem mais abertura para as pessoas de baixa renda. Existe diálogo com os movimentos sociais. Então, existe o lado negativo da crítica e da decepção, mas também há aplausos pelos êxitos e momentos nunca antes alcançados pelo país.


Você precisa viver de música e da arte, sendo que boa parte das pessoas com as quais você dialoga são pessoas de baixa renda. Como é possível para um músico viver hoje em dia desta profissão?

Isso também é uma coisa que trouxe dois lados, o positivo e o negativo. O negativo é que a indústria da música está em crise. É muito ruim o que está acontecendo. Só que parte do que está acontecendo hoje é uma coisa que as próprias gravadoras ajudaram a criar. As gravadoras têm o olho grande de querer ganhar muito dinheiro. Elas fazem um produto que tem um custo muito barato; o custo de um CD é muito barato para ter um preço exorbitante de R$ 30. Nada justificaria um preço desse. E a culpa dos artistas, em minha opinião, é pela apatia. Eles se tornaram “Maria-vai com-as-outras”, um bando de “vaca de presépio”, só porque a gravadora dava um carro, uma cobertura, colocava a música na rádio e na novela. Todo mundo se contentava com isso. Hoje, isso deixou de ser sinônimo de vendas. A música da rádio não significa mais muita vendagem. Tocar música na rádio não significa mais ter um show “bombado”. As pessoas passaram a gostar e se identificar com estes artistas por outras mídias. Nada ainda substitui o rádio e a televisão, mas existem outras mídias que estão disputando, e a Internet é uma delas. Tem muitos artistas que com a crise musical não sabem nem por onde começar para trabalhar com a Internet. Nunca ligaram para esta mídia. É uma coisa muito acomodada. Esta disputa acabou tornando a competição mais leal para os que não têm apadrinhamento midiático como eu e outros. Começamos a criar caminhos alternativos.


Você vê alguma alternativa para isso?

Eu particularmente estou fazendo uma pesquisa, sobre a qual ainda não posso falar, mas que é de um projeto no qual eu vou poder lançar o DVD e o CD a um preço bem mais acessível e sem depender de lojas de discos.


Escrito por virtualhiphopzine às 12h50
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Isso ainda este ano?

Nesse ano o DVD e o CD no início do ano que vem. Eu tenho muitos amigos músicos e DJs, e a maioria deles não vai a uma loja de discos há mais de um ano. Ou seja, precisa-se encontrar outra maneira de fazer a música chegar às pessoas.


Você acabou de terminar as filmagens do longa “Sonhos Roubados”. O que o trabalho como ator representou para sua carreira?

Para mim representou mais conhecimento e novas experiências. Ainda não sei como a Sandra Werneck vai montar isso, não sei qual o olhar que ela vai ter e qual ponto esta discussão vai tomar. Mas acho que vai trazer uma discussão que não é nova, mas que traz um olhar novo. Vamos trazer a temática da violência, da infância perdida, da prostituição e drogas. Porém, é uma visão feminilizada. Todos os filmes dentro desta questão trazem um retrato masculinizado. Pela primeira vez vai ter o recorte de gêneros. Eu acho que já chama a atenção de uma forma bem legal. O papel que eu fiz foi um papel bem bacana que trouxe muita experiência para minha vida pessoal. Agora eu quero ser mesmo é roteirista e diretor, é mais legal do que ser ator.


Você já tem algum projeto em mente?

Tenho. Nosso projeto inicial, meu e do Celso (Athayde), é contar nossas histórias num livro, que será escrito em conjunto, e paralelo a isso estamos escrevendo um roteiro destas histórias.


É este o projeto chamado “Os Invisíveis”?

Isso, este mesmo.


Qual será o teor deste trabalho: tristeza, sentimento de missão cumprida, felicidade, frustração?

Eu acho que a primeira coisa, que é o sentimento aparente, é a inquietação. A indignação com a vida que tínhamos. A capacidade de se indignar e se mobilizar para tentar modificar de alguma forma a vida que estávamos tendo. Outro ponto importante é a briga para nos transformamos em uma exceção dentro de uma regra que nunca nos favoreceu. Tem uma série de coisas e contrapontos, momentos muito tristes e também momentos de muita alegria e inspiração.


As pessoas criticam bastante que o Brasil é sempre representado no exterior por filmes como “Cidade de Deus”, “Última Parada 147”, ou seja, filmes com a mesma temática de violência no Rio de Janeiro. Você acha que isso é realmente uma coisa negativa ou há outros pontos do Brasil que deveriam ser exaltados?

Não sou muito fã de quando o asfalto retrata a favela. Todas essas opções foram dirigidas por pessoas do asfalto. Nunca houve uma produção deste porte com o olhar do próprio favelado. Porém, estes filmes ajudam a quebrar outro marasmo que existia antes destas produções. Eram geralmente filmes com atores brancos, de novela, contando histórias sobre esta realidade. Também não era bom de ver. Eu acho que esses filmes trazem novas histórias. Mostram que a gente é um povo miscigenado. Existem muitos pretos no Brasil. Eu acho que os filmes acabam demonstrando este tipo de condição, as injustiças sociais, e quebra um pouco o marasmo e a mesmice do cinema nacional que há pouco tempo só mostrava as mesmas histórias com os mesmos atores.


Como surgiu a idéia do projeto Favela Tour?

Foi uma atitude pioneira e, como muitas outras, bancada do próprio bolso. A intenção foi invadir alguns lugares, comunidades pobres, lugares que não têm condição de bancar um show, com pessoas que não teriam condições de comprar ingresso para alguma determinada boate. A gente chega dentro desses lugares com muita música, fazendo um som no meio da rua, interagindo com a comunidade. Deixamos as pessoas participarem, tirarem fotos. Às vezes artistas locais participam também, levamos brindes de algumas marcas de roupa. É um projeto que eu comecei aqui no Rio de Janeiro, consegui fazer em Salvador, mas tudo bancado do próprio bolso. Eu não consegui ter forças para dar continuidade. O ideal é que a gente pudesse fazer isso com o maior número de pessoas possível.


Você acredita que a música pode mudar o rumo da vida das crianças de comunidades carentes?

Acho que ela pode ser uma pitada dentro desta mudança. A mudança é uma série de coisas. Uma delas é deixar esse ambiente mais animado e mais alegre.

Como está o trabalho para o seu próximo CD?

O CD já está pronto, e eu só não lancei ainda porque quero lançar o DVD primeiro. É um CD de rap. Como eu já fiz uma mistura de rap com rock no DVD, eu quis fazer um CD de rap mesmo. Chama-se “Causa e Efeito”, e na apresentação que vamos fazer na quarta-feira, em Curitiba, devemos fazer um ou dois sons inéditos deste CD.

O show daqui vai ter um pouco de tudo, rap e também a mistura de rock?

Sim, vai ter um pouco de tudo, mas sem perder a minha essência.


 

 
Fonte:
 Gazeta do Povo

Escrito por virtualhiphopzine às 12h49
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Nas Lojas CD do NATURE com Produções do Dj Cia


 Chega em lojas nos EUA o albúm do Rapper Nature,e no albúm nada além do que 2 faixas produzidas por " DJ CIA o  dj mais premiado do Rap Nacional,tudo devido a viagem feita em terras gringas,para novas conexões e que se resultaram nesta parceria com o Rapper NATURE


Conheça mais sobre o Nature.

Nature vem desde os anos 90 fazendo intros de DJ's em mixtapes como as do Dj Clue, e solos. Mas logo com um padrinhado de Nas, AZ & Foxy Brown , e com colaborações e associações com Tragedy Khadafi, Mobb Deep, Cormega, Capone & Noreaga têm mantido-se firme no cenário Rap. Ele retorna à arena com seu novo álbum "Pain Killer", uma injeção letal ao estado obsoleto do Hip Hop em 2008, com letras inovadoras, e batidas alucinantes.



 

                                                                 Capa do Albúm


Faixas do álbum Pain Killer:

1. Intro
2. Live Wire
3. Nobody Else But Me (Producer Dj Cia)
4. Gotta Get It
5. Cold Blooded Killer feat. N.O.R.E., Prodigy
6. Everyday
7. Ya Homie
8. Small Talk
9. The Sermon
10. Flashback Freestyle feat. Doo Wop, Scram Jones
11. Overnight Affair
12. Thought I Told You feat. Prodigy, Kool G Rap
13. Public Enemy #1
14. One Shot
15. Never Slip
16. Runnin’ Out Of Time
17. The Countdown ( Producer Dj Cia)

Lançamento dia 18/11/2008

 

Confira uma das faixas produzidas por  Dj Cia

 

Nature - Nobody Else But Me

Mais Informções : www.myspace.com/djciabrasil

 

Escrito por virtualhiphopzine às 12h45
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PREGADOR LU


MUSIC OF WAR

Chega ao mercado, na segunda semana de dezembro de 2008, o novo disco do Pregador Luo, do Apocalipse 16, “Música de Guerra - 1ª Missão”. Neste novo álbum temático o rapper aborda o universo do MMA “vale-tudo”, esporte do qual é fã incondicional e praticante. O disco traz 20 faixas inéditas, sendo 12 compostas exclusivamente como temas de entrada para os principais lutadores do Brasil, reconhecidos mundialmente. Foram compostos temas para: Vitor Belfort, Pedro Rizzo, Thiago Silva, Gesias Cavalcante, Cosmo Alexandre, Maurício Shogun Rua, Anderson Silva, Jorge Patino Macaco, Wanderlei Silva, Rodrigo Minotouro, Rafael Feijão e Lyoto Machida. Todos renomados lutadores no exterior, e atuantes em eventos como UFC, Cage Rage, K1 – Dream, Affliction, Pride, Elite XC etc. Além de já utilizarem os temas compostos por Luo, especialmente para eles, os atletas também treinam ouvindo outras músicas de Pregador Luo e Apocalipse 16.

 

Umas das músicas desse projeto, a faixa Máquina de Guerra, composta para Maurício Shogun, vazou antecipadamente na Internet, e pode se conferida no YouTube, onde já ultrapassa a casa das 400 mil vizualizações de internautas do mundo todo.

 

Além dos 12 temas de entrada, foram compostas também mais 8 faixas com a mesma temática, e que não são especificas para algum lutador, e sim para todos os que se identificam com o espírito de luta, disciplina, superação, fé e força contido tanto nas artes marciais, quanto no evangelho de Jesus Cristo. O evangelho inclusive continua sendo pregado a plenos pulmões por Pregador Luo neste novo álbum. Em todas as faixas, sem exceção a fé e a crença em Deus são presentes, assim como também a ideologia contida no Cristianismo.

 

O álbum trás ainda, as participações de Chorão “Charlie Brown Jr.”, Deise “Fat Family” e do ministério de louvor “Trazendo a Arca”. Luo mais uma vez inova, ao fazer uso da linguagem temática do disco para propagar a palavra de Deus, claro que de uma forma um tanto quanto inusitada para muitos.

 

“...Sem dúvida, esse é meu disco mais pesado. Arrisco dizer até, que talvez seja meu melhor disco dentre todos os outros que já fiz! Estou muito feliz com o resultado geral e torço para que o maior número possível de pessoas compreendam o que eu quis fazer nesse álbum. Algumas pessoas talvez se escandalizem, mas meu objetivo na verdade é que as pessoas sejam influenciadas e motivadas a lutar e vencer os seus desafios. O que fiz não tem nada a ver com violência, como alguns podem vir a dizer, e sim com superação de limites e com crescimento pessoal em meio as dificuldades que a vida nos impõe!”, comenta Luo.

 

Aguarde! Ainda nesta semana, aqui no RapNacional, matéria exclusiva e entrevista com o rapper que lança em dezembro o álbum “Música de Guerra – 1ª Missão”.

 

Por enquanto, clique nos links abaixo e faça o download de 3 faixas inéditas do álbum.     

Bate Pesadão

Vai Explodir
A Pessoa É Pro Que Nasce

[ Para salvar em seu computador clique com o botão direito do mouse
em cima do nome da faixa, depois escolha "Salvar destino como..."]

 
Fonte:
  Assessoria Rap Nacional
 

Escrito por virtualhiphopzine às 12h43
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SANDRÃO CNB

 

 


SANDRÃO CNB

Confira um pouco da história deste Mc gaúcho que prepara seu CD solo.

A história deste mano no rap começa em 99, quando fundou o grupo CN Boys, junto com os parceiros: Bagalo, Negão André, Cara mão, Dj tande e Léo. O Grupo da zona sul de Porto Alegre teve seu primeiro trabalho oficialmente lançado em 2003, quando esteve programa Hip Hop Sul, da emissora TVE. Com o som “Violência”, através o selo Agevê music, começaram a divulgar as musicas que iriam compor seu primeiro CD, com 12 faixas.

2005 foi o ano da banda participar da coletânea ‘‘Militantes do sul’’, sendo esta última com participação em video-clip ao vivo.

Em 2006 aconteceu o lançamento do segundo trabalho em cd, mas primeiro de forma totalmente independente, Para a divulgação deste trabalho eles produziram o vídeo clip da música ‘‘A favela chora’’em parceria com a emissora de Tv UlbraTv.

O grupo participou em uma coletânea no ano de 2007, distribuída para todo o Brasil, chamada ‘‘Atitude sul’’. Em meio a todas estas atividades, Sandro cnb, lança a loja ponto favela para fortalecer a cena local e começa a participar de um programa de rádio na emissora Rcb, chamado ‘‘Atitude sul’’.



No final de 2008, Sandrão lança seu primeiro trabalho solo, primeiramente um Ep, e em seguida um Cd duplo com participação de vários grupos do rio grande do sul e São Paulo. As participações são: Nitro Di, Novaments, Episódio 1, Bira power, Macanac (Dna), Maurício roots, profeta, Nego prego, Di vila, Ideologia rs, Rp3, e musicas novas do grupo cnboys e Gap. De SP: Função rhk, DBS e a quadrilha. O cd foi produzido nos estúdios da Ponto favela produções por Dj Tand e no estúdio Dekebrada.

Além de todo esse corre artístico, o CN boys faz desde o início da sua carreira, diversas oficinas de hip hop em escolas e associações de bairro, entre outras atividades.



Contatos: [51] 30130361 - Ponto favela ou

www.myspace.com/cnboys
www.pontofavela.com.br

 

Escrito por virtualhiphopzine às 12h31
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03/11/2008


silence house






Rodrigo Cardoso dos Santos Vulgo "SILENCE" MC e produtor, no rap Estou envolvido desde 1998 Comecei na minha 1º banda em 2002 ,Chamada Código Penal de Sapucaia do Sul uma mistura de RapMetal onde recebi o convite Do Lucio para substituir o antigo vocalista Black nos vocais.

Nessa Estrada da música já tive passagens pelas bandas, Facção Zumbi (RAP), Caixa Preta RS(Black Music), Complexo Carcerário(RAP Instrumental) Substituindo no Vocal DW MC" Em Memória", Um Dos Fundadores da Banda Statuskaos (RapMetal), Fui Baixista da Banda Trumpet do Peixe Triste (Reggae) , Alianças(RAP), Telefunkey (Black Music) e Trabalho no Meu 1º Album Solo.

Também Faço Produções de Alguns Grupos Da Cena RAP Independente no Meu Home Estúdio SILENCE HOUSE.
Fiz Participação no Refrão da Musica "RAFUAGI" Do Cd do Grupo Rafuagi que Está para sair em agosto de 2008.

Produzi o Single da Alianças no qual carrega o nome de Compromisso Continua , onde saíram bons frutos, com a música Compromisso Continua ganhamos o 2º Festival Omega Hip Hop de Porto Alegre Organizado pelo Kbça Do Grupo Revolução RS sendo premiado com um Video Clip, e a música o Primeiro em Combinações que Criemos entrou na Coletânia RAP RS um cd que foi Produzido no Forum Social com Vários Artistas da Cena Rap Independente Gaucha, essa musica rendeu um Videoclip gravado pelo jornalista da RBS Manoel Soares.

www.aliancas.palcomp3.com.br

www.silencehouse.palcomp3.com.br

Escrito por virtualhiphopzine às 16h14
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FORTES MENTES

FORTES MENTES




O Grupo Fortes Mentes Se formou dia 22/12/2005 Participando da final do festival nosso talentos, Na ocasião o grupo acabou ficando com o 1º lugar do festival. No começo de 2006 o grupo lançou seu primeiro CD gravado com o dinheiro ganho no festival. Apartir desse momento o grupo formado por 4 integrantes começou a fazer show pela cidade de Santa Maria tais como Natal no coração,dia do desafio promovidos pela prefeitura municipal da cidade, em 2007 o grupo participou do festival descobrindo talentos promovido pela prefeitura municipal de Santa Maria e pelo SESI no qual o grupo se classificou para etapa regional realizada em Santa Cruz do sul. Apartir desse momento surgiram shows fora de Santa Maria, mesmo sem condições de viajar para todos os lugares o grupo desembolsava dinheiro do seu próprio bolso para poder levar sua música para outros lugares da região sul.

Em 2008 o grupo Fortes Mentes se classificou para a final do ômega rap festival Realizado na cidade de Porto Alegre, mesmo sem condições o grupo buscou apoio de algumas pessoas conhecidas para poder se deslocar de Santa Maria a Porto Alegre. Na ocasião eram 138 Grupos de Rap do Rs e mais uma vez o grupo acabou ficando entre os 3 primeiros colocados trazendo mais um Troféu para nossa cidade. Em 2009 o grupo pretende gravar seu CD contendo 12 músicas próprias Com muito conteúdo nas suas letras, com palavras de amor positividade e esperança.


contatos

fone (55) 91627956 sites www.fortesmentes.com www.bandasdegaragem.com.br/fortesmentes
msn familiasdr@hotmail.com

Escrito por virtualhiphopzine às 16h01
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09/09/2008


FALECE DJ PRIMO...GRANDE PERCA PRO RAP...

Uma fatalidade deixa o Hip Hop nacional de luto.

Nos deixa aos 28 anos, DJ Primo. O curitibano, que iniciou em 1996 e fez história em São Paulo e conquistou o Brasil, faleceu na madrugada do dia 09 de setembro por causas ainda não confirmadas. Primo se consagrou como um dos Top Dj´s nacionais mais respeitado e convocado do Brasil. Tocou, produziu e gravou com artistas de renome nacional e internacional, representando a arte dos toca-discos com muita competência e talento.

Primo foi reconhecido por sua discotecagem original e performances impressionantes. Ele tocou diversas vezes em Porto Alegre e participou da festa de três anos do site em 2006 ao lado de Nitro Di.

É com tristeza que trazemos esta notícia. Muita força e luz aos seus familiares para superar esta perda.


Saiba mais sobre nosso guerreiro DJ Primo: www.myspace.com/primodj
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Escrito por virtualhiphopzine às 11h25
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04/09/2008


Escrito por virtualhiphopzine às 14h19
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02/09/2008



Nego Prego (RS)

Nego Prego faixa por faixa, confira a entrevista.


Prego faixa por faixa...
Por: Carol Anchieta ( dearcarol@adversus.com.br )





Já te aconteceu de ouvir a entrevista de um cantor sobre o seu disco e parecer que ele não fazia idéia do que as letras das músicas diziam? Bom, muitos são somente intérpretes, aí não tem como saber mesmo... Eu já tive essa impressão várias vezes, inclusive no rap, quando ouço rimas sobre o sistema, a pobreza, ou até sobre a balada, as minas... E ao tentar conversar com o “autor”, ele nem sabe o que é esse tal de sistema e sequer os motivos da pobreza do mundo.



Então eu imaginava como seria se fosse aplicado em cada um desses mc’s “cheios de opinião”, uma espécie de teste, para explicar todas as letras. E foi o que eu tentei fazer com o Prego, que lança no próxima sexta feira dia 5 de Setembro capital seu primeiro disco solo: “Máfia dos meninos”.

Depois de quase 3 horas de conversa, uma delas caminhando na Bom Jesus (bairro onde ele cresceu), posso dizer que prego foi aprovado com distinção. E digo que não é preciso gostar do som deste MC, mas ouvi-lo com certeza é importante. E se por um acaso puder conversar pessoalmente com ele, não perca a oportunidade, ele sempre tem algo a dizer. Prego é curioso, sedendo e desejoso não pela popularidade do palco, mas pelo conhecimento, por ser culto e poder passar isso adiante. Em um papo cheio de nostalgia, onde falamos de todo disco, conheça Prego “Faixa por faixa”...



O Bar do Caio a rua A no bairro Bom Jesus é onde começamos a entrevista. Caio viu Prego criança, e foi uma das primeiras pessoas que este MC viu ir para as festas de rap. E este bar hoje o principal espaço do rap dentro da Bom Jesus, onde acontecem vários shows pequenos, mas bastante representativos ali dentro.



Prego desde criança ouvia samba, a mãe e o avô são da velha guarda da escola de samba Praiana, então sempre teve em casa a referência da cultura negra. O rap entrou na sua vida quando passou freqüentar as festas. A primeira, levado por um amigo maior de idade, quando ainda Prego tinha 11 ou 12 anos, foi no Sindicato dos Metalúrgicos, o Metal (onde a maioria começou na verdade). Isso ainda na época em que tirava-se os sapatos para ser revistado na entrada, em 1991 ou 1992.

O desejo de cantar nasceu em 1997 quando saiu o disco do grupo Racionais Mc’s , o “Sobrevivendo no inferno”, que Prego ganhou de presente de uma tia. E o que o motivou foi uma das suas melhores características: a curiosidade. A curiosidade de saber por que neste disco tinha uma faixa só com instrumental?!

Então resolveu perguntar... E numa das subidas do grupo Rap Boys (antigo grupo do Lascado, hoje do grupo Estado Terminal) até o Show Clube Protásio Alves, Prego descobriu para que servem as instrumentais, ou seja, para rimar em cima delas. Então foi no já extinto Movimento Zona Leste, criado no próprio Show Clube, prego cantou pela primeira vez num palco com o grupo Black Dance.

Em seguida participou do grupo Conexão Black, que durou 5 anos. Depois formou o “Resistência” junto com os Mc’s Solo e Gibbs, antes deste último entrar para o Da Guedes, quando ainda era do grupo Reserva Sinistra.

O Resistência tinha como diferencial um discurso mais político, onde Prego falou até sobre “revolução armada”, mas depois viu que a realidade não era essa, por que para esse tipo de revolução, aqui no Brasil, ele teria que virar bandido e não revolucionário.

Depois de um tempo esse mesmo grupo virou o Bonja S.A, mas aí somente ele e o Gibbs, onde produziram o EP “O que será do amanhã?”.
Depois de um tempo fora do rap, veio a vontade de fazer um disco solo, então nasceu o “Máfia dos meninos”.

A partir de agora neste texto, entende-se por que lá no segundo parágrafo prometi apresentar o Prego “Faixa por faixa”, pois ele comenta cada uma delas:



INTRO – “Na Picadilha”
“Uma gíria que se remete, um impulso para qualquer pessoa que todo tipo de coisa, portanto, é com essa dedicação que ele vem na “picadilha”. Para quem ouvir o disco entender o sentido dele...”

II – “Bonja City”
“Ela mostra a Bom Jesus, por outro ângulo. Hoje é natural escutar um disco de rap, onde o cara fala da periculosidade do bairro, então eu quis mudar isso. Por que a gene só tem que lembrar o pior? Os jornais estão mostrando terror na Bom Jesus, toque de recolher, e tá cheio de criança da rua e não tem toque de recolher nenhum... Isso funciona pra vender jornal. E Bonja City, por que pra mim até eu ter 16 anos, era a cidade que eu conhecia.”




III- Gangueiros
“É o cara de gangue. São os conhecidos que andam junto, desde a antiga. Eu conto a história de um cara que é envolvido em gangue. E fiz em primeira pessoa para mostrar a realidade, de quando eu fui de gangue.”

IV – Grenal
“Eu sou de torcida organizada, da Máfia Tricolor, uma das primeiras torcidas a expurgada do Grêmio por atos de violência, mas isso quando a gente tinha 16 anos e arranjava briga na ida e na volta do estádio”. Por isso convidei o Cris que era da torcida Inter. Eu me considero um cara fanático, agora não sou tão atuante, mas essa é umas das músicas mais reais da minha vida. Hoje eu já não concordo mais com isso, na questão da violência, por que na verdade não tem um vencedor, a gente briga lá e volta pra casa.”

V – Responsa
“Eu não preciso ser o rei do rap, eu só preciso ser homem. Desde 31 de dezembro de 1997 e eu tenho responsa, não uso mais droga por eu fui parar no hospital. Eu disse uma coisa e não fiz essa coisa. Eu acho que os caras (do rap) não são cobrados, tem que ter alguém que cobre, e às vezes da pior forma eles tem que ser cobrados para aprender. Ter postura, e não só no rap mas na vida também.”

VI – O último reduto dos Leões
“Pensar em balada eu nunca pensei, não fazia esse tipo de música. Mas quando eu resolvi fazer um disco solo eu vi que eu ia ter que entrar na jogada. Mas eu não queria fazer paródia, e sim a minha cara e ter um ritmo mais balançado. Aí eu convidei o Bijú, o Profetta e o Baby Boy e fizemos um som mais de malandro.

VII – Em Silêncio
“É tudo o que eu guardo em silêncio. Eu falo dos caras que vem meter uma pilha de que tem que quer assim ou assado, eu sou natural...

VIII – A nascente
“É a origem da Máfia dos meninos. Eu pus as crianças cantando uma música de pular corda por que parece que toda menina já cantou aquilo, e tem uns caras falando que eu gravei sem eles saberem para ficar espontâneo eles falavam justamente sobre esse assunto.”

IX - A Máfia dos meninos
“Eu cotei em primeira pessoa a história de várias pessoas, que tem que ser várias coisas para não decepcionar os amigos. E esse nome é o título de um capítulo de um livro do Carlos Amorim, o “A história secreta do crime organizado”, e acho que ele definiu o livro ali, onde contava sobre a história de um menino que teve eu trabalhar na máfia, e eu pus esse nome traduz o que é Bom Jesus hoje. Quem mais cedo que trabalha é os moleque, em tudo, a máfia dos meninos não é só os caras pobre, é de todo moleque que por algum motivo teve que ir pra rua buscar. Por isso que pus um moleque com uma forquilha na capa, por que hoje eles não fazem mais isso e era isso que elas deveriam estar fazendo”

X – Poetas do Drama
“É a resposta para quem critica os caras do rap só escrevem sobre drama, para mostrar que eu escrevo assim por que é isso que eu vejo.”

XI – Velhos ditados
“É uma música da época do grupo Conexão, mas ela muito atual, que fala do cotidiano das pessoas que votam na direita e vivem com esgoto a céu aberto, em fim, sobre coisas velhas que ainda acontecem.”

XII – Poder Paralelo
Eu botei na minha linguagem o que eu li no livro que deu nome a máfia dos meninos. Que onde falha o sistema nascem as máfias: onde tinha lei seca os gangstas vendiam uísque, onde é proibida a droga os caras traficam. Eu quis contar essa história”

XIII – Memórias Póstumas
“É a história de um morto, como se fosse Chico Xavier contando. Eu sou um cara religioso, sou da Umbanda, e acredito que existe um outro plano depois daqui, e a finalidade dessa música é tentar mostrar o que o cara sente na hora que desencarna. E que todas as bobagens que ele fez o premiaram com a morte.”

Adversus: Para encerrar, como tu tem visto a cena aqui hoje?

Prego: Ta parado por que tem muito “pé de chumbo” que entra no rap e não contribui p si. Claro que tem que rolar dinheiro, mas os caras são muito selvagem. Tem cara que chega e diz: “Ô Prego, toca pra mim lá na moral (sem cachê), e ele sai com um saco cheio de dinheiro, igualzinho o papai Noel. Tem uma desvalorização de nós mesmos. Os caras tem que buscar o melhor, querer o melhor, se eu moro num buraco eu não tenho que enfeitar o buraco mas melhorar o buraco. Hoje tem quem te dê espaço, mas tem que melhorar a qualidade.”

Adversus: E o que temos de bom na cena aqui?

Prego: É a vontade dos caras de fazer o rap ainda, a insistência, a gente não ganha nada ainda e insiste em fazer rap.Todo mundo do rap trabalha. Quem não tralha? Se tiver eu não conheço.

Adversus: Uma frase, um recado, um salve, o espaço é teu:
Prego: Obrigado às pessoas que gostam do som que eu faço, que acreditam no rap e incentivem ele. Uma frase: “A história não registra os covardes” (refrão da faixa Responsa), do livro A Arte da Guerra (SUN-TZU; SUN-PIN. A arte da guerra. São Paulo: Martins Fontes, 2002 ).

Obs: Para Prego “Todo MC é obrigado a ler! Para falar sobe uma coisa é preciso saber o inverso daquilo, o rap não pode ser só uma rima, tem que ter um fundamento mesmo falando de balada, sexo e mulher.” - Então segue aqui uma listinha com leituras sugeridas por ele:
1. AMORIM, Carlos. Comando vermelho : A historia secreta do crime organizado. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 1994
2. Autobiografia de Malcolm X (com a colaboração de Alex Haley), Editora Record
3. FERRÉZ, Capão Pecado, ed. Objetiva.
4. WALLACE, Edgar. A irmandade do crime. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1979. REVISTA SUPER INERESSANTE (PARA ONHECIMENTOMS GERAIS)
5. RUIZ GARCIA, Enrique. Zapata, terra e liberdade. 1. ed. Lisboa: Iniciativas Editoriais, 1976.
6. Revista Super Interessante - http://super.abril.com.br

Contatos Nego Prego:
http://myspace.com/negoprego
mocambors@hotmail.com
fone: 51- 8424 63 79

Fotos: Carol Anchieta/Adversus

Escrito por virtualhiphopzine às 15h43
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21/08/2008


Escrito por virtualhiphopzine às 12h07
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20/08/2008


 

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Escrito por virtualhiphopzine às 14h59
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11/08/2008


NIGGAZ PRODUTORA

Escrito por virtualhiphopzine às 16h44
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29/07/2008


 

 


Negra Livre e bem resolvida.



Na noite de 24 de julho a atual diva do hip hop nacional, Negra Li, passou por Porto Alegre. O Dubai, balada que recebe o rap toda terça-feira , foi o local do show. Espaço bonito, um pouco com cara de Dado Bier e público um pouco parecido talvez, mas uma galera mais nova...

Mesmo sem nenhum grupo da cidade abrindo o show da artista de São Paulo a casa estava relativamente cheia, talvez não tanto para um nome como Negra Li, afinal, ela teve um grande propulsor de popularidade com o seriado Antônia da Rede Globo, por isso imaginei que teriam até umas adolescentes tipo “fãs do Rebelde”, uma coisa assim, mas não... Quem compareceu mesmo foi o público do rap mesmo que já conhece o trabalho de Li desde os tempos de RZO (que dizem por aí que está voltando, mas quem sabe?)

Mesmo com casa não lotada, o show foi bacana! Negra Li, muito bonita, bem produzida, foi bastante simpática, mesmo não conversou muito com o público  mostrou bem o seu trabalho com músicas do disco “Negra Livre”, e algumas da série Antônia. Além do som com o Charlie Brow A .... que foi o que começou a chamar a tenção da mídia sobre Negra Li, e também rolou uns sons do Bob Marley, talvez influência do marido Jr Dread do grupo Reggae Style, o cara que canta na música “Exército do Rap” sabe? Ele também faz parte da Família 7 Velas como MC de dub e ragga, para quem quiser saber mais: http://www.myspace.com/carlosjuniordread

Mas é claro que o que mais agitou quem estava lá foram os sons dos tempos de RZO, em parceria com  Helião, Sandrão e Dj Cia, que o público não esquece nunca, e querendo ou não Negra Li fez parte disso.

É muito inteligente da parte dela manter esses “velhos tempos” presentes agora que está em careira solo, pois negar um passado (o que não é interessante para nenhum artista), com clipes gravados na favela como “O Trem”ou “Paz Interior” bem diferentes dos de agora, com muita produção e uma ótima edição.Na verdade todos esses recursos começaram na parceria entre Li e Helião no clip “Guerreiro e Guerreira” e no “Exército do Rap”. Em ambos, principalmente no primeiro, Li já assumia a postura “Diva”, mas com uma característica que admiro muito nas mulheres que se arriscam no rap: rimar e cantar sem perder a classe, o que convenhamos que não deve ser fácil! Ter que dizer um refrão com “...os doido vira os óio”, de salto alto e mini saia, além de ter que fazer a coreografia ao mesmo tempo, sem perder a classe e a cara de “sou diva e isso não cansa nem um pouco” ...pffff, só com talento mesmo!

Após o show Negra Li não quis conversar com a imprensa, ou seja, como o Adversus (eu não vi mais nenhuma imprensa lá), segundo a acessoria da cantora ela estava cansada e  tinha um vôo em seguida... Mas tudo bem, tudo o que ela precisava dizer, disse através do show no palco, o que seria mais ou menos assim: “Aqui é Negra Li, meu trabalho está muito bem produzido, mas mesmo assim eu continuo com trejeitos e cara de quem teve a origem no rap e na periferia, mas sem perder a classe, obrigada”.  E eu acho que ela está certíssima.
Para mais informações sobre a artista:

http://www.negrali.com.br
http://www.negrali.com.br/blog

E aqui para ver a evolução desta cantora:
 http://www.youtube.com/watch?v=c82jNVwt4Kc.

Obrigada.
Carol Anchieta
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dearcarol@adversus.com.br

Escrito por virtualhiphopzine às 17h19
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DE PORTO PRO MUNDO "UBUZIMA"

algumas postagem do blog das gurias   ...
 
 
 

Quarta-feira, 23 de Julho de 2008

Após 4 anos, a Ubuzima em parceria com a Escola de Samba Fidalgos e Aristocrátas, volta a atuar em Porto Alegre, com o projeto TRANCESTRAL.

PARTICIPE, DIVULGUE!!!

UBUZIMA1@YAHOO.COM.BR

Domingo, 15 de Junho de 2008

Dia 04 de Julho (sexta-feira) vai rolar a African Beat, na Lapa a partir das 22:00h
Com Show da Banda Caixa Preta(Afrobeat, Jongo Contemponâneo), DJ Vado(angola) comandando a pista com muito Afrobeat, esse ritmo contagiante que chegou ao Brasil pra ficar; Projeção das fotos de Ricardo Beliel do seu trabalho sobre Angola, UBUZIMA trançadeiras afro, deixando a galera em harmonia com a festa. Após o show, no telão filmes e clipes africanos. Realmente já deu pra você notar que não poderá ficar de fora dessa edição da African Beat. Visite nosso site em www.africanbeat.com.br. O ingresso custa R$20,00 enviando um email para listaamiga@africanbeat.com.br ,o ingresso custará R$15,00 e você já vai estar com seu passaporte carimbado para esse evento. Até lá e muita PAZ..

Sábado, 26 de Abril de 2008

TRANÇAS NAGÔ, TRANÇAS SOLTAS , FEITURA E MANUTENÇÃO DE DREAD LOCK COM E SEM AGULHA (Braids and Dread Locks)








 

Escrito por virtualhiphopzine às 17h11
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28/07/2008


AGUARDEM!!  MAIS INFORMAÇÕES NO

www.myspace.com/negoprego  ou  http://virtualhiphopzine.zip.net

Escrito por virtualhiphopzine às 17h10
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DO ESTUDIO PRA PISTA" DJ EDINHO DEKEBRADA"

 


Edinho, 30 anos, Produtor Musical e DJ, domiciliado na cidade de Porto Alegre - RS.
Começou a se encantar pela produção musical, em 1997, começando a mexer nos primeiros softwares de audio e fazendo suas primeiras músicas numa bateria eletrônica, juntamente com seu amigo Dj Martins.
Seu primeiro registro fonográfico foi o vinil(antigo bolachão), do grupo Manos do Rap, intitulado "Ultrapassando barreiras", produzido por ele e pelo grupo, com 07 faixas, que saiu no ano de 2002.
Seu segundo registro fonográfico foi o cd do grupo Manos do Rap, que também produziu juntamente com Dj Martins, Dj Anderson(Ultramen), com participações de nomes consagrados do rap brasileiro como: Dj Kl Jay(Racionais Mc`s), Pregador Luo, Nitro Di, que saiu no ano de 2005.
Nesse mesmo ano saiu seu terceiro registro fonográfico, a coletanêa Operação Contagio, com 5 faixas produzidas pela Dekebrada(Edinho e Dj Martins), pelo selo do grupo Da Guedes pela Gravadora Orbeat Music.Ainda em 2005 produziu o cd do grupo Polêmica, que saiu nesse mesmo ano, com participações dos quatro integrantes do Racionais Mc`s, Baze(Da Guedes), entre outros. Em 2006 ganhou o prêmio de melhor produtor da música Rap do Rio Grande do Sul, juntamente com seu amigo Dj Martins no Prêmio Lança de Ouro. Em 2007, mixou o vinil(bolachão) da Ultramen e Dj Anderson que se chama Terrorismo Sonoro Volume 2. Também produziu muitos Singles e Ep`s, nesses anos todos, fazendo assim a cena gaúcha do rap fortalecer no cenário do rap brasileiro. Com esses trabalhos, já saiu em diversos meios de comunicação tais como : jornais, revistas, programas de rádio e televisão. Produziu e esta produzindo os seguintes albúns: Seguidores, Du, Prego, Proffeta, RP3, fora outros projetos que em breve estarão nas ruas também.
Nesse ano de 2008, começa a mostrar seus trabalhos como Dj, desde que começou nas produções, sempre mexia nas horas vagas nos toca-discos, mas nunca conseguiu conciliar os trabalhos do Studio com os de ser Dj, agora nesse ano se organizou pra tocar esses dois projetos em frente, a Produção Musical e ser Dj.
Já esta trabalhando como Dj de festas e eventos e também é o Dj do grupo Seguidores e fazendo uns free também com Rapper Du, Polêmica, etc.

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COMUNIDADES:

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=57740661

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=23867288

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Msn: edinhodekebrada@hotmail.com

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AGENDA:


SHOW FAMILIA SEGUIDORES
Festa Da Rádio Farroupilha

27/Julho (Domingo)
Local:Anfiteatro Por do Sol
Cidade: Porto Alegre - RS

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SHOW FAMILIA SEGUIDORES

02/Agosto (Sabado)
Local: Danceteria Planet Dance -
Cidade: Tapes - RS

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SHOW FAMILIA SEGUIDORES

08/Agosto (Sexta)
Local: Butiquim do Nego Lélo -
Cohab Leopoldina
Cidade: Porto Alegre - RS

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SHOW FAMILIA SEGUIDORES

09/Agosto (Sabado)
Local: Salão Pacaluma -
Rua Est. Bérico Bernardes, 635
Cidade: Viamão - RS

 

Escrito por virtualhiphopzine às 12h21
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25/07/2008


HIP HOP CHIC "GIG HOPPERS"

 

 

Ao longo de vinte anos de existência, o Hip Hop vem estabelecendo um forte conceito no mercado mundial, passando por vários países do mundo até chegar a POA (Brasil) para fortalecer este ritmo alucinante que vem lotando as casas noturnas e bares do Brasil, a Banda GIG HOPPERS, chega para ocupar o seu espaço sendo os pioneiros a tocar rap com banda (instrumentalizando o rap) e abalar as pistas de dança.

O show da banda é uma energia contagiante que toma conta da platéia espalhando a vibração positiva. Em seu repertório encontram-se diversos hits: Black Eyed Peas, Rihanna, Shakira, Beyonce, Akon, 50 Cent, Ja Rule, Lauryn Hill, Eminem, Snoop Dogg entre outros. e suas composições

Nos trabalhos atuais a GIG HOPPERS apresenta uma nova formação também conhecida como Radio GH (Gig Hoppers) com: Marcos Lion e Madame Gaby. Sempre acompanhados de um DJ de peso. Com esta formação mais recente a banda consegue atingir local de show onde antes com a banda não conseguia pela falta de espaço técnico e físico. Agora estamos também presentes nos famosos Pubs espalhados pelo nosso Rio Grande, Santa Catarina, Paraná e também no estado do Rio de Janeiro, onde por La tem como ‘’Padrinho’’ o cantor Mv Bill.

O CD previsto para MAIO/2008, GH Oferece/Hip Hop Chic é titulo do Álbum e alguma musica já podem ser conferidas em algumas rádios das capitais do Brasil

A mais nova formação da GIG HOPPERS (Radio GH) conta com um time de músicos experientes com influências das mais variadas, trazendo a bagagem adquirida em trabalhos anteriores e atuais:Marcos Lion (vocal) – Um dos grandes baixistas em atividade no RS, já dividiu palco com nomes gigantes da música internacional e nacional como: Andrew Tosh (filho de Peter Tosh), Pato Banton, Big Mountain, Max Prieste, Natiruts, Tribo de Jah, Ras Bernardo (ex-Cidade Negra), atualmente, vocal e compositor, missão que adquiriu ao estar presente na produção do disco.Madame Gaby (vocal) - Dos corais das igrejas do bairro floresta para os palcos, apos passar por bandas como: Alelujah e Pampa Roots. Gaby é o destaque do show com sua voz melódica e desempenho de botar qualquer homem para sacudir som sua sensualidade.Com ela fica a responsabilidade de interpretar os clássicos hits mais cantados pelas vozes femininas

 

Sem Legenda  Sem Legenda

 

Como destaque em suas trajetórias a GIG HOPPERS pode citar os MC’s já convidados e que já fizeram parte do grupo. Fazem parte da família: Mv Bill, ‘’da qual a banda teve oportunidade de servir como banda de apoio do artista em show realizado na capital (Poa) no bar Opinião, e daí foram convidados para participar do maior evento de Hip hop da América Latina o Hutuz Rap festival (R. J)’’ Nabby Clifford (Africano), Nega Gizza, Dago Miranda, Tonho Croco (Ultramen), Xis (Daguedes), Nitro Di, Lica (Groove James), Jackson (Ex Planet Hemp), entre outros.

Na estrada de shows a GIG HOPPERS esteve e está presente nas principais casas noturnas da capital, interior e litoral gaúcho, totalizando mais de 500 shows, 2002/2008

Rio Grande do Sul

POA: Opinião, Zap, Dado Tambor, Manara, Liquid, Pipe, Astória, Luau Bar (Sítio 902), Chalaça, NH: Ok Center Bar Alternativo; São Leopoldo: Expresso 356; Livramento/Rivera: Front Bier; Santa Maria: Absinto, Estrela: Lupus Land; Tramandaí: Tropical Rock Café; Imbé: Bar Terral; Atlântida: The Front, Monte Negro: Camarins, Nova Prata: Moinho do Rock, São Sebastião do Cai: Planeta Sedna, Três Coroas: Damballah, Cassino entre outros.

Santa Catarina

Florianópolis: El Divino,Balneário Comburiu: Baturité,Joinville: Rutana,Porto Belo: Bona Parte,Jaraguá do Sul;Combat, Indaial : Carambas, Brusque: Zap, Joaçaba: Terra Brazilis Blumenau: Rivage Criciúma: Diretório e 1051,Concórdia:Tulipa Bar,Chapecó: Charahall ,Premier Bier, Xanxere: Club Bier

Paraná

Foz do Iguaçu: Ono Teatro Bar,Maringá: Car Wash,Toledo: Empório ST Maria,Londrina:Empório Guimaraes,Francisco Beltrao:Boliche Bar,Paranavaí: Clube Paranavaí.Entre Outros

  

CONTATOS PARA SHOW (Lion Produtora) 51 – 84122148 – 33920838 www.myspace.com/gigrs

 

Escrito por virtualhiphopzine às 11h59
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"NEGO PREGO E A MAFIA DOS MENINOS"

A MAFIA DOS MENINOS...

Chega a porto alegre nesta semana , o mais novo trabalho do meu parcero, NEGO PREGO, um disco com 13 faixas bem produzidas, Monstro , edinho dekebrada,e sonic, se encarregaram, dos beats e o junior da dekebrada dos arranjos, esse mix de grandes nomes ,troxeram um novo conceito, pra um disco de RAP produzido no sul do pais. Participaçoes não faltaram, Adriano vox,Gibbs,Zorel a mulecada da mathias e da bonja, concluiram um trampo de qualidade acima da média em porto alegre. agora é só conferir no my space www.myspace.com/negoprego ou passar em uma loja de hip hop da cidade e adiquirir este disco,cheio de boas ideias e incriveis levadas do PREGO..paz

 

 




 
 







Escrito por virtualhiphopzine às 10h44
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18/07/2008


O VILÃO DOS TOCA DISCOS!! 2008

DJ CIA ontem

O DJ mais premiado do cenário Hip Hop paulista Já são anos de carreira no currículo do DJ Cia, Jeferson dos Santos Vieira no documento de nascimento Segundo ele, sua inspiração veio do pai que também era DJ, o DJ Alemão - da equipe de som 'Transa Som' , residente em bailes nostalgia. Desde os catorze anos de idade, acompanhava o trabalho do pai que tinha equipamentos em casa. Aos 16 anos entrou para a equipe de baile 'Contraste', depois de abrir alguns bailes com o pai. Aos 18 anos, já na equipe 'Hot Gang', da Zona Oeste comandou um programa na rádio 105 FM por dois anos. Passou, então, a fazer parte da equipe 'Circuit Power' com Armando, detentora de um programa da Rádio Metropolitana. Na época, Cia integrou a equipe 'Black Mad'. No inicio da década de 90, entrou para o grupo de rap 'Flash Rap Gang', com quem venceu um concurso da 'Chic Show'. Ainda no grupo, iniciou um trabalho na rádio comunitária Meridional, a de maior audiência na época. Lá era A&R, sonoplasta e ainda apresentava o programa diário "Cia DJ", que tinha o slogan "uma atrás da outra". O slogan começou a ser citado por todos nos bailes e o pessoal da 'Chic Show' quis saber o que era. Assim que descobriu a origem do slogan, a 'Chic Show' montou um programa usando a frase. Com a extinção da Rádio Meridional, no final de 96, Cia inscreveu-se no primeiro campeonato Hip Hop DJ, idealizado pelo DJ KL Jay (Racionais MC..s) e pelo rapper Xis , lá o apresentador do evento achou que "Cia DJ" não soava bem e o apresentou como DJ Cia. Foi então que de Jeferson passou a ser DJ Cia. Neste campeonato ele ganhou primeiro lugar da Zona Oeste e na etapa final ficou em segundo. Nesse mesmo campeonato, encontrou Nil, integrante do MRN e foi convidado para fazer parte do grupo, que era bastante conhecido na época o que levou Cia a viajar por todo o Brasil fazendo shows.

DJ CIA ontem Linha do Tempo

1998 Premiações Melhor DJ Hip Hop Brasil - Hip Hop DJ

1999 Participações e produções Coletânea Pitch Zero – ‘Se liga ai sangue bom’ Coletânea 12 Revelações – ‘Menores Conscientes’ Premiações Bicampeão Melhor DJ Hip Hop Brasil - Hip Hop DJ

2000 Premiações Vice Campeão Melhor DJ Hip Hop Brasil - Hip Hop DJ

2001 Participações e Produções Kl Jay ‘ Na Batida vol. 3’ Sabotage – ‘O rap é compromisso’ Premiações Melhor DJ de grupo - Prêmio Hutúz

2002 Produções e Participações Elza Soares ‘Do cóccix até o pescoço’ Charlie Brown Jr. ‘Nadando com os Tubarões’ Xis – ‘Xis apresenta Hip Hop SP’ Abertura do Show Afrika Bambaata

2003 Premiações Melhor DJ de grupo - Prêmio Hutúz Melhor Produtor - Prêmio Hutúz Produções e Participações Charlie Brown Jr. ‘MTV Acústico’ (CD e DVD)

2004 Produções e Participações Agosto Negro (faixas ‘Tenta Copiar’ com KL Jay e ‘Americanos’ com RZO) Charlie Brown Jr. ‘Tamo ai na Atividade’ Visão de Rua – ‘A noiva do Thock’ Premiações Indicação Melhor Produtor Hip Hop - Prêmio Hutúz Apresentações Brasília Music Festival Vídeo Music Brasil (MTV) Abertura do Show Snoop Dogg

2005 Apresentações: Brasília Music Festival Life, Avalon, Cotton Club, Click e Lotus Club (Manhattan, Nova Iorque). Zanzibar, Side Bar e Ole Madrid (San Diego, Califórnia) Reveillon 2005 (Santiago, Chile) Abertura do Show Ja - Rule Produções e Participações Nature - Projeto ‘The Firm’ ( Queens, Nova Iorque) Dominations - ‘Underground Hip Hop Group’ ( Nova Iorque) LiL Flip (Houston, Atlanta) U-God - ‘Wu Tan Clan’(Nova Iorque) Melissa Johnson – Universal..SRC Records (Nova Iorque) Willl Millions (Nova Iorque) Daniela Mercury – ‘Balé Mulato’

2006 Produções e Participações Função RHK - ‘Eu amo você’ DBS e a Quadrilha - ‘O clã da Vila’ Sway ( Londres, Inglaterra}) Cabal – ‘Prova Cabal’ Caetano Veloso – ‘A Foreign Sound’ Apresentações: Encerramento VMB (MTV) GarageClub (Campo Grande, MS) John Bull (Curitiba, PR) Mauí, Case, Djunn e Rei Club (Balneario Camburiú, SC) Mood Club, Royal Club, DJ Club e Dolores (SP, SP) El Divino Lounge, Ludh Club e El Divino Club (Florianópolis, SC) New York - New York (Belo Horizonte, MG) Wall Street Hall e Pepsi on Stage (Porto Alegre, RS) Skate Paradise – Qix (Novo Hamburgo, RS) Camorra Bar(Blumenal, SC) Galpão (Niterói, RJ)

DJ CIA Hoje

O DJ de Hip Hop de SP que mais toca no Brasil Desde a primeira edição do Hip Hop DJ até hoje o DJ Cia é um ícone quando se fala em rap nacional e DJ de Hip Hop. Atualmente trabalha como produtor nos projetos solos dos rappers Sandrão e Helião (ambos do Grupo RZO), toca em diversas casas pelo país e ainda aproveita o tempo em São Paulo para finalizar seu projeto pessoal. Um CD Intitulado MixTape Vol 1, que contará com participação de grandes nomes da MPB como Marisa Monte, Daniela Mercury, Caetano Veloso, Elza Soares, entre outros. Produções e Participações U-Time – ‘Trutas e Quebradas’ Rosana Bronks – ‘Jogar para ganhar’ Marcelo D2 - ‘Meu Samba é assim’ Apresentações Fly Soul Club, Club 9 e Skol Beats (SP,SP) Aquarius (São José dos Campos, SP) Fiction (Goiânia, GO) John Bull e Mansão (Curitiba, PR) El Divino Lounge, KM7 (Florianópolis, SC) Satabash (Brasília, DF) Case (Balneário Camburiú,SC) Melt (Rio de Janeiro, RJ) Garage Club e Barcelona (Campo Grande, MS) Hard Rock Café (Belo Horizonte, MG) Abertura do Show Black eyed peas DJ Premier DJ Q-Bert Atuação Personagem DJ Air no seriado ‘Batalha-A guerra do Vinil’ (Cartoon Network)

 ESCUTE AS NOVAS PRODUÇOES DO VILÃO DOS TOCA DISCOS...

 

http://www.myspace.com/djciabrasil

  ALGUNS VIDEOS DO DJ CIA NA GRINGA FICA LIGADO...

 

DJ CIA NO JAPÃO COM O SANDRÃO..

Escrito por virtualhiphopzine às 19h07
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08/07/2008


RAP É O SOM!!

 A FESTA MAIS CONFIRAMDA DE PORTO ALEGRE!! VEJA UM POUCO DO QUE ROLA!!!

Escrito por virtualhiphopzine às 16h26
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07/07/2008


DOIS DJS QUAO TOCA DISCOS

Quinta louca no café do lago em porto alegre,DJ ONLY JAY  junto com DJ DEELAY , esquentaram a noite  do dia 03 de julho.Mixagens,escreetins e o bom e velho rap nacional, não faltaram na noite deste projeto junto ao CAFÉ DO LAGO . _Um projeto que pensamos junto com o CAFÉ DO LAGO de darmos visibilidade ao elemento dj, da cultura hip hop da cidade e mostrar nossa cultura em um dos espaços mais democraticos e bonito de PORTO ALEGRE._ fala AMARELO  da niggaz produtora.. vejam as fotos e o video do evento:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Escrito por virtualhiphopzine às 12h34
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04/07/2008


Escrito por virtualhiphopzine às 14h31
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EM BREVE

Escrito por virtualhiphopzine às 12h50
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19/05/2008


Tiozinho sabota e seus misterios da rima!!

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Escrito por virtualhiphopzine às 10h50
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MUSICA NOVA RACIONAIS /ROSANA BRONKS E BLACK RIO

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Escrito por virtualhiphopzine às 10h48
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15/05/2008


BEATMAKERS-RS

8 beatmakers e suas melhores bases

Duelos imperdíveis

Dançou na batida... faz barulho pra ela!!!!

Dia 16 de maio as 23h30
Confraria - Protasio Alves, 1670 - quase esq. com Churrascaria Barranco
INGRESSOS : R$10,00

Show com Cabes Mc - Curitiba
Dj da noite DJ LJay

copie o link e ouça as produções na pagina dos beatmakers

Dj Martins
myspace.com/djmartins82

T14G0
myspace.com/tiagobeats

Dj Madruga - coletivo A T.R.O.P.A.
myspace.com/djmadruga

Shaolin Beats - coletivo soulstice
myspace.com/shaolinbeatss

DJalma Gautama - coletivo vinilverde
myspace.com/djalmagautama

Monstro Beats
myspace.com/monstro87

Mestre de Criaçao
myspace.com/mestredecriacao

 

APOIOS:

VISTA - RESTAURANTE TELURICO - CLUBE DO COMERCIO - CASA DE LEÕES TATTO

 

REALIZAÇÃO :

DIRTY & GABANNA

 

Escrito por virtualhiphopzine às 10h13
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Histórico